Batman: Hush (Silêncio) | Crítica

Sem as regras, eu [Batman] não seria melhor do que eles [vilões]

Com um olhar apaixonado sobre a principal criação literária de Bob Kane, o Batman, está a violenta, doentia, corrupta, esquizofrênica, dual, a Cidade de Gotham City – protagonista nas múltiplas histórias do Cavaleiro das Trevas. E essa relação de mutualismo é alimentada todas as noites: Emanando loucura, alimentando conflitos e injetando soluções; onde a linha tênue entre o certo e o errado se entrelaçam, a perder os limites legais.

O Batman é um herói acima tudo, humano, brilhantemente limitado e inteligente emocionalmente, e em Batman: Silêncio, a trama nos faz revisitar todas essas ideias que faz de Bruce Wayne o Batman e a loucura em que a cidade está alicerçada.

Baseado numa série de quadrinhos homônima com doze capítulos, criada por Jeph Loeb e traços de Jim Lee, Scott Williams e Alex Sinclair, Batman: Hush (Silêncio) da Warner Animation Group e DC Entertainment evoca o sentimento investigativo tão inerente ao cruzado encapuzado.

E lidar com Silêncio, um adversário sempre um passo a frente, será um verdadeiro desafio, afinal, ele sabe a identidade secreta do Batman, sabe que Bruce Wayne é o herói. E esta informação será usada sempre quando conveniente, colocando em risco, familiares, amigos num jogo arriscado, deixando o Batman numa situação extremamente desconfortável, algo novo para Bruce. Silêncio se comporta com maestria, dominando a mente dos maiores adversários do “Batverso”, bem como de um importante membro da Liga da Justiça, o Superman.

Ainda a animação traz um conceito abordado recentemente nas HQ’s do Morcego, a relação conflitante, mas plausível entre o Batman e a Mulher Gato, o que é bem construído dentro da trama. Batman: Silêncio é gostoso de ver, não apenas pelos conceitos técnicos, ou pelas boas artes tão comum a DC Entertainment e parceiros, mas pela ousadia em tornar a animação algo muito próximo dos arcos nas HQ’s, sem perder a mão ou narrativa.

Batman: Hush (Silêncio) torna-se uma animação incrível pela objetividade, por tornar a investigação parte de nossos desejos ao assistirmos o filme, em trazer uma história totalmente a cara do Batman, extraindo dele com qualidade, o que o torna o maior detetive da DC, lhe dando com um dos maiores enigmas de sua vida, se colocando sim, entre as boas histórias do Homem Morcego. Deixando claro a diferença entre o que é ser um herói, e alguém com uma habilidade diferenciada: A balança sensível da Justiça.

Classificação: 

Batman: Hush (Silêncio) foi lançado digitalmente no dia 20 de julho.

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