MegaTubarão | Crítica

Há coisas nessa vida que o homem ainda está por descobrir. Em Megatubarão, isso é exposto. Os Megalodontes – tipificados por cientistas modernos como o mostro dos mares – habitavam as profundezas do Oceano Pacífico e foram extintos há 2,6 milhões de anos. Todavia, o longa traz a possibilidade de sua existência.

Megatubarão/Warner – Divulgação

A trama é baseada no livro de Steve Alten, que narra o descobrimento de uma nova fauna e flora ainda inexploráveis, após acreditar-se que o limite beirasse as Fossas Marianas. Nessa ambientação, há predadores em potenciais, destacando-se os Megalodontes, o que poderia ocasionar diversos contratempos aos cientistas envolvidos com o negócio. E Jonas Taylor (Jason Statham), um ex-mergulhador da Marinha, é contratado para livrá-los das encrencas e das profundezas abissais.

Apesar da impossibilidade de um animal desse tamanho existir nos dias atuais, as explicações são bem resolvidas, contudo, a execução da obra deixa a desejar. Em alguns momentos a trama literalmente se afoga, não oportunizando o embate entre o homem e o mostro submarino. Como o roteiro não ajuda, o elenco é desperdiçado um a um, refletindo a burocracia tão desnecessária entre os personagens. Criando inclusive uma relação amorosa irrelevante para a trama e não bem sucedida.

Megatubarão/Warner – Divulgação

A história é meramente previsível, mas da pior maneira possível, havia outros caminhos para o seu desenvolvimento. Por conseguinte, em alguns quadros, a ameaça do tubarão gigante não parece real – estava mais para um filme trash – o que corrobora com as cenas de “ação” tão deprimentes.

Em seu trecho final, a aventura é empurrada ladeira abaixo. A expectativa gerada pelos trailers, talvez tenha me deixado um pouco rabugento para a crítica – Esperava mais, muito mais mesmo. Desconexo o filme faz você desejar brevemente o seu fim.

 

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Por Amauri Alves

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