O Cinema é delas | Artigo

As primeiras revoluções Tecnológicas promovidas pela Humanidade passaram pelas mãos macias, nem sempre delicadas, mas habilidosas das mulheres. Os conflitos vivenciados pelos homens ainda nos primórdios por espaço, comida, moradia; isolava clãs inteiros, sob a égide feminina, destacando-se a agricultura e a pecuária rudimentar, que, oportunamente, fixariam tribos inteiras, dando início, portanto, as primeiras grandes civilizações.

E apesar de possuir múltiplos papéis na construção e desenvolvimento da Humanidade, as mulheres sempre foram inferiorizadas, preteridas histórico e culturalmente. Mas, como reverter esse quadro??? Uma das opções no combate ao preconceito, denunciando crimes e ações misóginas nesse sentido são e sempre foi a Arte – Expressando a Verdade, seja por fábulas, contos e/ou histórias.

Sigourney Weaver/Ripley — Alien/Fox – Divulgação

O Cinema também é uma arte. É bem verdade que no principio as mulheres tiveram papéis de míseros coadjuvantes. Papéis sem muita expressão no enredo e/ou trama. Sempre a mocinha deveria ser salva, por um homem forte, pelo herói… Dificilmente eram postas como reais protagonistas de suas histórias.  Mas, o Mundo mudou… O chamado empoderamente feminino chegou as telonas também. Surgindo não só agora, podemos destacar lá trás, a presença da jovem atriz Norte – Americana Sigourney Weaver, que interpretará Ripley, protagonista da franquia Alien nos anos de 79, 86, 92 e 97, marcando toda uma geração.

Warner/Oito Mulheres e um Segredo – Divulgação

Consecutivamente a aquele movimento social, a mudança de mercado e público, Grandes franquias também passaram por uma nova roupagem quanto a escolha de protagonistas femininos, ante masculinos, vejamos: Star Wars (Eps. VII, VIII e possivelmente, a IX); As Caça – Fantasma (2016); e recentemente Oito Mulheres e um Segredo (2018). Além de filmes que caracterizam a realização dessa nova perspectiva em si, os elogiadíssimos: Estrelas além do Tempo (2016); Mulher Maravilha (2017); e Pantera Negra (2018).

Marvel Studios/Pantera Negra – Divulgação

E sobre esse último filme, reservamos toda esse parágrafo, para fundamentar o que queremos das personagens femininas. Elas não são conduzidas intencionalmente ou não a um papel de liderança, de força. Mas, simplesmente elas são. Logicamente, as atrizes Lupita Nyong, Danai Gurira, Letitia Wright que interpretaram respectivamente, Nakia, General Okoye e Shuri foram bem nos seus papéis, mas o roteiro que as tornou simplesmente mulheres, nas mãos de Ryan Coogler, foi perfeito. É justamente isso que ansiamos.

As mudanças devem continuar a ocorrer e não há como mais retroceder.

 

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Por Amauri Alves

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