Universo Pop: Celebração a Humanidade!!! | Editorial

Por esses dias, fui pego pelas minhas duas filhas para revisitar o filme “O Rei do Show (2017)” da Fox, e organizando as minhas ideias, sempre é possível analisar as novidades que nos passam batidas em muitos filmes, como foi nesse pra mim. E justamente essa pequena frase: “Celebração a Humanidade”, algo me chamou a atenção, pelo atual dualidade que existe no Brasil.

No filme, P.T. Barnum (Hugh Jackman) visualizou oportunidades em meio ao “feio”, ao “estranho” e ao “bizarro”, apostando em pessoas tão humanas quanto nós, mesmo diferentes. E apesar do longa retratar o início do século XX, alguns preconceitos vividos naquela época ecoam, por incrível que pareça, nos atuais dias, e o pior, dentro da comunidade mais apaixonante do universo, entre nós nerds/geeks.

Não precisamos adentrar no “Circo de Barnum” para enxergarmos um julgamento sem a mínima justiça, inclusive a Divina. Não precisamos ler livros, acreditando que tal cultura encontra-se presa no passado, à vida nos evidenciam comentários racistas, homofóbicos, misóginos em cada esquina, em cada evento, em páginas, contas de pessoas que dizem ser nerds/geeks.

É quase inconcebível, alguém que se intitula nerd, ser preconceituoso. Afinal, a famigerada família mutante dos quadrinhos da Marvel, os X-Men é a própria celebração a humanidade. Poderia eu aqui, anunciar outras e outras obras da cultura pop que transformam o “diferente” em “especial”, mas não aprofundarei o caso.

Entretanto, se faz necessário falarmos das críticas sobre a jovem Halle Bailey que viverá Ariel no próximo live-action da Disney, A Pequena Sereia. Pela bela atriz ser negra, comentários racistas invadiram a “Grande Rede”. Ora, ninguém reclamou quando a também boa atriz Melissa McCarthy poderia viver a Úrsula [Saiba Mais], apesar de que na animação, a personagem tem a pele roxa. E este não foi o único problema em nosso meio. Quando apresentaram a MJ nos atuais filmes do Homem Aranha, interpretado pela ótima e jovem atriz Zendaya, desceram o sarrafo na produção por ela ser negra, e não ruiva. E a possibilidade de Idris Elba (Hobbs & Shaw; Thor e Esquadrão Suicida) ser o próximo 007? Críticas levaram o ator a desistir do papel. Imaginem se transformarem Michael B. Jordan em Superman [Saiba Mais].

Precisamos evoluir!!!

Precisamos revisitar o significado de ser nerd/geek. Quando se fala em inserir personagens gays no Universo Cinematográfico da Marvel [E sim, isso vai acontecer], muitos viram o nariz. Mantendo uma postura inaceitável, e nada humana. Não é a opção sexual, o gênero, a cor, a etnia, o credo, a classe social de nossos personagens que nos tornam apaixonados pelo Universo, mas pelo herói, a princesa que ali estão, pelos seus valores morais que carregam pela a humanidade sua, tão próxima a nossa.

Precisamos evoluir!!!

E compreender que vivemos numa sociedade heterogênea, compreender que precisamos conviver e amar o diferente, apesar de suas escolhas serem diferentes da minha, da nossa; Precisamos evoluir!!! Pois essa tal diferença, nos faz únicos. Como na canção abaixo, retirada do filme “O Rei do Show“, intitulada: “This is Me“. Confira:

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