Seguindo o já conhecido calendário de lançamentos de filmes baseados nas criaturinhas de bolso chamadas Pokémon, o filme Segredos da Selva não inova, mas repete um fórmula que sempre trás fãs para a poltrona.

A animação como dito anteriormente não inova, trazendo uma história que lembra de certa forma um clássico da Disney, Tarzan. Um jovem, criado por pokémons, que cresceu na selva sem saber sua real origem e que precisa escolher se deve proteger a floresta na qual foi sua casa, ou encontrar iguais a ele, que estão entrando na selva em busca de suas riquezas.

Claro que personagens clássicos aparecem nessa animação, como a Equipe Rocket, Pikachu e o eterno menino de 10 anos Ash (Satoshi em japonês). Os roteirista até tentam dar um ar mais novo ao que está sendo contado, mas quem já tem alguns anos acompanhando histórias como essa vê que tudo que é colocado ali pra nós não possui nada novo, apenas reciclado. Exploração de recursos naturais, um jovem buscando seu lugar no mundo e o Ash buscando mais uma vez seu sonho de se tornar um mestre pokemon.

Como eu disse anteriormente, tudo muito batido, sem novidades, e que até tem seus momentos bons, mas não empolgam como outros títulos da série, que ao meu ver está cada vez menos interessante aos olhos do antigos fãs. Quem sabe as novas gerações curtam, assim como curtimos na nossa infância.

 

Classificação:

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O longa animado, “Pokémon, o Filme: Segredos da Selva” encontra-se no catálogo da Netflix.

By Mácio Lima

Vivendo em meu próprio isekai, estou constantemente buscando coisas novas para ler. Fã de Mangás clássicos como Bleach e Fairy Tail estou esperando por uma nova história que me faça passar a noite desejando o próximo capítulo. Obs.: Vivendo no momento um amor platônico com o universo Star Wars.