Sempre devemos nos perguntar para que servem as continuações. Na realidade deve-se questionar para que servem filmes que acham que se justificam quando seguem a mesma linha narrativa e/ou lógica de algo que já foi feito e finalizado. Não me entendam mal, nem todo filme derivado de outro é atestado de avariado. O que não é o caso desse prequel de Army of the Dead, o filme desastre que Zack Snyder fez para a Netflix e agora, feito Gremlin, se reproduziu em algo mais nefasto.

Exercito de Ladrões – Invasão Europa está perdido no tempo ao mesmo modo que se perde em sua narrativa. Por se tratar de um personagem que já foi apresentado posteriormente ao público, o filme poderia abraçar uma postura mais direta e não se perder em tantos excessos explicativos que fazem com que o telespectador se questione a todo momento qual é a necessidade de estar diante da tela vendo aquilo que está lhe sendo entregue.

Com atuações no automático, até mesmo o personagem principal parece não ter sua identidade respeitada quando ele se torna apenas mais um coadjuvante de sua história do que o dono dela.

E nem cabe aqui falar de todas as incoerências desse roteiro que parece está a todo momento se auto costurando para ter algum nexo que nunca vem pois está em uma busca desenfreada para causar sensações cinematográficas, mas subestima a audiência a todo momento achando que vai satisfaze-la com ações pré-fabricadas e repetitivas.

Triste é o filme que você torce pela morte de todos os personagens para sentir pelo menos alguma sensação já que o que ele entrega é puro vazio.

 

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Sob o comando de Matthias Schweighöfer, o longa Exército de Ladrões – Invasão Europa encontra-se na Netflix.