A Divisão | Crítica

A Divisão é um filme nacional da Globo Filmes, baseado em fatos reais, derivado de uma série da Globoplay, que nos mostra um cenário inimaginável. Com destaque para o crescente número de sequestros na cidade do Rio de Janeiro (em média, 11 por dia). As quadrilhas miravam celebridades, parentes de famosos, ou seja, pessoas que tinham condições de pagar milhões de reais ou até de dólares pelo parente. Veja prévia:

A história fala de Mendonça (Silvio Guindane), um policial da divisão anti-narcóticos da PM do Rio de Janeiro, que durante uma operação descobre um cativeiro com um sobrevivente. O resgate dele faz Mendonça ser transferido para a DAAS (Divisão de Anti-sequestro) e, junto com ele, um trio de justiceiros e, dependendo do ponto de vista, outros policias, de caráter duvidoso.

A Divisão/Globoplay/Globo Filmes – Reprodução

Nesse trio está Santiago (Erom Cordeiro) que, diferente de Mendonça (bem mais truculento), era mais estrategista, investigador e negociador (por conhecer os criminosos com quem já fez acordo). Apesar de haver diferenças nos modos de trabalho, ambos se completam, proporcionando um verdadeiro desmonte de cativeiros, e a DAAS vê os número de sequestros no Rio, cair a quase zero.

Com direção de Vicente Amorim e grande elenco, o filme em si é muito bom para quem gosta de filmes mais investigativos, ele mescla um pouco de Tropa de Elite 1 e 2 (por mostrar operações policiais e, também, a interferência do governo nessas operações). O filme é envolvente, não é cansativo, apesar das 2h14min de trama, e sem sombra de dúvidas, é uma boa pedida para quem gosta de filmes policiais.

Classificação: 

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A Divisão chega no dia 23 de Janeiro aos cinemas.

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