A Maldição da Mansão Bly – 1ª Temporada (2020) | Crítica

Para dar sequência às séries de maldições iniciadas em 2018, com a Residência Hill (Veja nossa crítica), a Netflix nos traz A Maldição da Mansão Bly, com parte do elenco mantida e o idealizador da série, Mike Flanagan, e sua equipe, porém com uma trama completamente nova, trazendo novos personagens.

A fonte de inspiração também mudou, agora baseada nas obras de Henry James, principalmente,  A Volta do Parafuso (1898), ao invés da obra de Shirley Jackson, como foi na primeira temporada. Confira o trailer da produção:

Esta temporada conta a história de Dani Clayton (Victoria Pedretti, a Nellie de Residência Hill), uma Au Pair (Uma Au Pair é um jovem (mulher ou homem) entre 17 e 30 anos de idade que mora no estrangeiro com uma Família Anfitriã local, aprende sua língua e cultura e em troca ajuda cuidando das crianças. Fonte: AuPair.com), que sai dos EUA e vai morar em Bly, um lugar fictício na Inglaterra. Em Bly, ela cuidará de duas crianças, que perderam os pais há cerca de um ano, em uma mansão um pouco sinistra.

No elenco, o destaque de atuação vai para as crianças, os jovens atores: Benjamin Evan Ainsworth e Amelia Bea Smith, foram muito bem nos papéis dos irmãos Milles e Flora, claramente atormentados pelas assombrações da casa. Victoria Pedretti também teve uma excelente atuação, assim como na Residência Hill.

Outros atores que foram aproveitados da Residência Hill são: Kate Siegel, Henry Thomas, Oliver Jackson-Cohen, Katie Parker Carla Gugino. A eles, fora a adição dos jovens talentos, Benjamin Ainsworth e Amelia Smith, também foram adicionados  Rahul Kohli (iZombie),  T’Nia Miller (Years and Years) e Amelie Eve (O Exorcista).

Ao contrário de sua primeira temporada, a Mansão Bly se mostrou menos assustadora, puxando mais para um romance com fantasmas do que uma obra de terror, propriamente dito. Mas isso não significa que não tenhamos momentos de tensão, medo e alguns jump scares… No entanto, principalmente nos primeiros episódios, a trama se desenvolve muito lentamente, e com poucos momentos assustadores, desenvolvendo os personagens e deixando muitas perguntas no ar (ao menos as respostas são dadas, posteriormente).

Mais uma obra na Netflix que vale a pena conferir, mesmo que eu não tenha considerado tão boa quanto a primeira temporada, a qual atribui a nota máxima aqui no SiriNerd. Afinal, pode ser que você considere a Mansão Bly até melhor que a Residência Hill.

Histórias de lugares mal-assombrados não faltam, o que nos dá esperança de vermos muitas outras temporadas da série antológica. Só nos resta saber onde será a próxima Maldição.

Classificação:

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A Maldição da Mansão Bly encontra-se no catálogo da Netflix.

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