Desesperados (2020) | Crítica

As produções da Netflix não possuem uma fama muito boa entre as pessoas. Por mais que as vezes surjam títulos que se tornam famosos pela autenticidade, é inegável a qualidade duvidosa de grande parte de suas obras. Desperados (mais uma produção do serviço de streaming) fica no meio termo disso. Não é algo espetacular mas também não consegue se sobressair muito bem perto de seus irmãos.

Sendo mais uma comédia de erros, Desperados é focado em Wesley, uma adulta de meia idade que se encontra em crise por não conseguir manter um relacionamento. Ela acaba mandando em um momento de fúria um e-mail para seu atual namorado quando ele some e ao descobrir que na verdade ele estava acidentado precisa ir com suas melhores amigas pro México para apagar o e-mail antes que ele leia.

A premissa é absurda, o que acaba tornando o filme atrativo. E ele consegue até cativar o público com suas piadas que misturam acidez com besteirol. Quem carrega o filme é o elenco feminino formado pelas 3 melhores amigas que acabam se complementando na hora de fazer o público rir.

Desesperados/Netflix – Reprodução

Mas nem tudo são flores – como minha introdução falou – e o filme se perde quando se encontra com os clichês do gênero, e em vez de tentar se sobressair com eles, os abraça e acabam deixando quem assiste além de entediado com uma sensação que está sendo subestimado.

Se você ignorar a falta de química do primeiro casal e o clichê do amigo que não sabe atuar que provavelmente vai ficar com a mocinha talvez você goste de Desperados. Mas vá por sua própria conta a risco, não coloque o meu na reta.

Classificação:

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O filme Desesperados chegou no dia 3 de julho à Netflix.

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