Drácula | Crítica

Produzida pela BBC e liberada no catálogo da Netflix em 04/01/2020 a minissérie Drácula tem dado o que falar. Vamos à crítica?! Mas antes, veja a prévia:

Baseada no clássico e premiado livro homônimo, escrito por Bram Stoker, a minissérie tenta dar uma repaginada na história de um dos mais famosos vampiros que temos conhecimento, mas ao mesmo tempo em que alteram e dão sua própria versão dos fatos, os criadores da série, Mark Gatiss e Steven Mofatt, que também são responsáveis pela série de Sherlock Holmes (também no catálogo da Netflix), usam os nomes dos personagens do livro e situações semelhantes que nos remetem à história do livro ou de outras adaptações.

O livro já foi adaptado para as telonas em 1992, com o Drácula de Bram Stoker, que no elenco contava com nomes como o de Keanu Reeves, por exemplo. Esse filme, e o livro também, por sua vez, deram origem à comédia Drácula: Morto Mais Feliz, protagonizado pelo saudoso Leslie Nielsen. E  ao assistir a minissérie da Netflix eu, que tinha o VHS dessa versão, quando criança/adolescente, só lembrava desse filme. E por conta disso, por incrível que pareça, foi que assisti aos 3 episódios de aproximadamente 90 minutos cada, por que lembrava da comédia e pelo menos achava engraçado.

A adaptação da BBC/Netflix começa e nos leva a crer que estamos lidando com uma história de terror medieval, mas com o passar do tempo a gente percebe que não é disso que se trata, pois a história não dá medo. Apesar de ter potencial para isso, essa vertente não foi explorada. A série está mais para um drama sobre o psicológico do Conde Drácula (Claes Bang) e a fixação de uma freira chamada Agatha (Claes Bang) em saber todos os mistérios que o circundam (o que ele teme, o que seria capaz de destruí-lo).

Mas com atuações que deixaram a desejar, uma história que não é lá essas coisas e efeitos especiais que deixaram claro que não seria essa uma série na qual investiriam, a produção vai decaindo até chegar a um fim que também não me agradou. Na verdade me agradou um pouco pelo fato de, praticamente, nos dar certeza de que não haverá uma continuação.

Confira outras críticas do streaming:

Dizer que não tem nada de bom seria um exagero de minha parte, existe sim umas coisas legais, ainda mais para quem curte esse universo vampiresco, as lendas sobre essas criaturas das trevas são em grande parte exploradas e, como já falei, consegui dar umas risadas enquanto assistia.

Classificação:

A série Drácula chegou a Netflix no dia 04 de Janeiro, e encontra-se no catálogo da Netflix.

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