Encontro Fatal (2020) | Crítica

Logo na primeira cena de Encontro Fatal, novo filme da Netflix, o que fica em voga é que estamos diante de um thriller cheio de suspense e reviravoltas, mas infelizmente não é bem isso que essa produção entrega. Confira prévia:

Depois de encontrar um antigo romance da faculdade, Ellie se encontra numa trama de gato e rato com esse ex se revelando um stalker disposto a destruir sua vida para finalmente ter ela como mulher.

Essa sinopse pode ser até instigante, mas o filme engana seu público quando em vez de entregar uma trama envolvente acaba se tornando um show de horrores com erros que vão de ilógicas no roteiro até mesmo para atuações que vão do overreacted ao caricato, sempre numa derrapada que parecem um engodo.

Quando chegamos então ao terceiro ato, e o filme parece entregar pelo menos algumas migalhas das promessas que ele nos fez no começo, somos recebidos com os clichês mais sem noção dos filmes B feitos atualmente. Da polícia impotente que encerra casos sem fazer a devida investigação ao personagem que possui um físico atlético e acaba sendo nocauteado por outro que é bem menor que você.

Encontro Fatal/Netflix – Reprodução

Nia Long até tenta carregar o filme nas costas, mas a todo momento ela parece ser a única ali que está disposta a fazer algo, quando nem o diretor e o roteiro parecem ajudar e até mesmo Omar Epps (mundialmente conhecido pelo seriado House) não parece está levando muito a sério seu personagem.

Encontro Fatal é aquele filme que você esbarra passando na TV e assiste sem compromisso, olhando para o celular e até mesmo mudando as vezes de canal para ver o que tá passando nas outras emissoras. Mas como é da Netflix, passa longe.

Classificação:

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