Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars (2020) | Crítica

O mais engraçado é que toda a comédia americana foi formatada pelas enézimas formas que os americanos gostam em submeter a arte. Não que elas tenham formatos únicos, é inegável que todas culturas fazem isso, mas sempre é bom malhar um pouco a América e suas péssimas manias que se proliferam feito coelhos. E o Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars é um exemplo direto disso – mesmo feito sob encomenda da Netflix. Confira prévia:

Acho que vale dizer que não tenho nada contra a televisão, mas é assistindo esse novo filme do Will farrel que percebemos que dos malefícios que a televisão tem: A sensação que tem algum produtor por detrás pedindo para maneirar no conteúdo.

Pelas imagens e trailer é até pretensioso dizer que os personagens do Will Ferrel e Rachel McAdams são o problema, mas por incrível que pareça sua estranha química é o que faz o filme valer à pena.

Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars/Netflix – Reprodução

Os problemas de Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars está no desenvolvimento, no conceito narrativo da obra de David Dobkin que quando parece que vai engatar, ficamos literalmente ‘chupando dedo’, imaginando onde aquele protótipo de loucura iria chegar. Nos resta se contentar com as migalhas, infelizmente.

Todavia, isso é culpa  do modelo de humor que se prendeu a televisão. Mirou em SNL e acertou naqueles pilotos de comédia que de tão ruim, ninguém lembra mas se delicia assistindo sem ninguém saber.

Classificação: 

Veja críticas de algumas das produções ligadas a Netflix:

O Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars chegou a Netflix em 26 de junho.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *