Game of Thrones: Terceiro episódio – A Longa Noite | Review

Depois de dois episódios de preparação, o Rei da Noite chegou a Winterfell…

 

Se ainda não assistiu ao episódio, recomendo que só leia depois, pois teremos alguns spoilers aqui!

 

Última chance… Não digam que não avisei que podem ler spoilers aqui…..

 

 

No episódio de maior duração até agora (82 minutos), finalmente, iniciou-se o confronto entre os vivos e os mortos. E em número todos já sabiam que os mortos levariam uma enorme vantagem, mas tudo que os vivos podiam fazer, contra o exército de Caminhantes Brancos, era lutar.

Confesso ter achado a estratégia dos vivos  bem falha, a não ser que fosse uma missão suicida, não acho que mandar a cavalaria (Dothrakis) de frente seja a melhor opção. Pra mim teriam que ter usado armas de longo alcance. Faltaram aquelas saraivadas de flechas flamejantes (pois acho que não tiveram tempo de fazer pontas de flecha de vidro de dragão)… as catapultas quase não foram acionadas… foi meio decepcionante ver o desperdício de Dothrakis naquela investida inicial.

Mas deixando esse lado estratégico de batalhas de lado, a série nos entregou ação, drama, suspense e uma pitadinha de terror. Não tínhamos como definir quem sairia vivo dessa batalha (se é que poderíamos arriscar que alguém sairia). Até fizemos uma enquete, pra que vocês criassem uma lista dos que achavam que não sobreviveriam (Veja o resultado aqui), mas vocês não foram tão precisos, dos dez mais votados, apenas cinco bateram as botas. Também, quem iria votar em Melisandre, se nem em Winterfell ela estava no final do segundo episódio?! Mas ainda assim ela teve votos.

O episódio também contou com grandes planos sequência, envolvendo alguns personagens, como Jon Snow, que esteve sempre em perseguição ao Rei da Noite ou Arya, colocando toda furtividade ensinada pelo saudoso Syrio Forel em prática, para tentar escapar dos mortos vivos.

Treinamento de Arya com Syrio Forel/Game of Thrones – Reprodução

Não vou citar os nomes dos mortos nesse episódio, porque já tem spoilers demais aqui, mas, honestamente, apesar de termos perdas significativas, acho que Westeros acabou ficando no lucro. Tiveram alguns sobreviventes que acho que seria muito difícil de escapar da situação na qual se encontravam e ainda assim escaparam. Algumas dúvidas, como no caso do dragão Rhaegal ou do lobo Fantasma, que não podemos afirmar se estão vivos ou mortos.

Em grande parte da batalha as cenas ficaram muito escuras e já vi muita gente criticando esse fato, que era de se esperar, pois a batalha se passou à noite e ao contrário dos vivos que fazem fogueiras e usam tochas para enxergar, os mortos caminham no breu completo, mas que essa falta de iluminação dificulta pra quem tá assistindo dificulta… imagina pra quem tava lá lutando. Pra piorar a situação, uma espécie de névoa é conjurada, pra dificultar a visibilidade dos que estavam voando em dragões, mas aí também sofremos com isso.

O final do episódio foi incrível, mas, mesmo tendo anunciado que daria spoilers aqui, não consigo contar. tem spoilers que nunca deveriam ser dado, né verdade?! É angustiante, é desesperador… Apenas assistam!

Outros pontos interessantes que acho que valem a pena colocar aqui:

A Feiticeira Vermelha

Em seu retorno a Winterfell, mesmo com o risco de ser assassinada por Davos ou Jon, Melisandre teve uma participação muito importante na batalha. Chegando antes do início da batalha e incendiando tudo com sua fé no deus vermelho. Diria que a participação dela foi até mais importante que a dos dragões Drogon e Rhaegal.

as Criptas de Winterfell

O melhor lugar para se esconder de um necromante (aquele que tem poder de despertar os mortos), não seria onde enterramos os nossos mortos. Apesar de achar que os mortos dali daquela cripta, em sua maioria, já deveriam ter virado pó. E como muita gente já desconfiava, os defuntos de Winterfell acordaram nas criptas, em meio a todos os indefesos, que ali se esconderam por não terem condições de lutar. Pânico total, óbvio!

CGI (Imagens Geradas por Computador)

Esperava muito mais da batalha dos dragões, talvez a cena do gelo contra fogo, Viserion morto vivo, cuspindo aquele “fogo” azul, contra Drogon com o vermelho. Mas a batalha aérea teve momentos muito bons, com Raeghal e Viserion no combate corpo a corpo com garras e mordidas. Até caírem o Rei da Noite  e Rhaegal (que não deu pra saber ao certo se, realmente morreu ou não).

Outro que tem tido participação ínfima é o lobo gigante de Jon Snow, o Fantasma. Depois de passar a temporada passada inteira sem aparecer, ele voltou no episódio anterior, mas sem a aparência gigante, e nesse episódio ele foi usado na luta também, mas uma participação muito fraca. Eu acho que daria bem menos trabalho fazer lobos gigantes que dragões, mas a série mostra que o foco são os seres alados mesmo. Apesar disso ainda gostaria muito de ver Fantasma ao lado de Nymeria (que foi a loba de Arya), com toda sua alcateia… Quem sabe na próxima batalha, que deverá ser travada contra Cersei e seus mercenários da Companhia Dourada.

O que acharam desse Review?? Comentem aí sobre o que acharam do episódio também.

 

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5 Replies to “Game of Thrones: Terceiro episódio – A Longa Noite | Review”

  1. Também concordo que houveram falhas na estratégia da batalha. Inclusive, depois e ter levantado a “barreira de fogo”, poderiam aproveitar o momento e usar ao menos um dos dragões para queimarem os caminhantes brancos, já que eles não poderiam ter feito antes porquê estava todo mundo misturado. Daenerys usaria seu dragão e lutaria contra o Rei da noite e seu dragão, já que ela tem mais habilidade na “montaria”. Jon Snow apenas teria o trabalho de queimar os caminhantes brancos já separados pela barreira de fogo. Sem falar na armas de longo alcance que você mencionou nos comentários, que quase não foram utilizadas…

    1. Pois é, Tiago! Os dragões foram meio que subutilizados… Jon Snow tava com o pensamento fixo no Rei da Noite, acho que ele nem queria saber de plano nenhum. O plano dele era procurar e matar o líder dos White Walkers “apenas”. Obrigado pelo comentário! Continua mandando as opiniões aí pra gente!

    1. Obrigado, Elison! É que vemos tantos filmes envolvendo guerras que acabamos esperando algo parecido. Na própria série foi usada uma estratégia parecida com a que recomendei… lá na Batalha dos Bastardos, por exemplo, apesar de ter mandado a cavalaria de frente também (talvez seja uma estratégia em toda Westeros… kkkkk), Ramsay Bolton abusou de sua “artilharia”, usando muitas flechas (usadas de forma não muito inteligente também, pois matavam aliados junto com inimigos, mas usou).
      Continue com seus comentários, que são muito importantes pra gente!

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