O Grinch (2018) | Crítica

“Sem pompas, o longa se mantém fielmente o cânone original…”

Quando adentramos as salas de cinemas, visitamos um mundo mágico, onde fantasias e realidades se misturam, quase sempre envoltos de um aroma especial, milhos que estouram, ao som de poc – poc. Particularmente, gosto de visitar esses antros sagrados ainda quando as luzes estão acessas, sentar e ver todos os trailers antes do filme. E entre os meses de agosto a novembro, sempre que possível, os cinemas que visitava, anunciavam a animação da Illumination Entertainment e da Universal Pictures, O Grinch.

Baseado no livro “Como o Grinch roubou o Natal” e escrito por Dr. Seuss, a história já sofreu diversas adaptações, uma delas inclusive, dirigida por Ron Howard (dos recentes Han Solo: Uma História Star Wars e, Inferno, e do elogiadíssimo, Uma mente brilhante) e protagonizado pelo comediante Jim Carrey em 2000, o que talvez, sirva de parâmetro para essa mais nova adaptação e de que cara logo lhe falo, a animação acertou onde o live action fracassou, a história foi melhor apresentada.

O Grinch é uma criatura verde, de comportamento hostil, e nada educado, que odeia a época mais feliz do ano, o Natal. Esse sentimento é convertido numa proposta nada fácil, roubar todos os presentes dos moradores da Vila Quem, a Quemlândia, tornando os seus moradores, em pessoas tão amargas como ele.

Essa nova e fofa adaptação, não fugiu em nenhum momento do livro que já mencionamos aqui, não houve falta alguma nesse processo – ponto para os diretores e produtores do longa. Contudo, a animação não trouxe o novo. E aí ficamos naquele dilema catedrático: inovar, ousar, correndo riscos nos acertos ou nos erros, ou servir fielmente ao roteiro original, cumprir apenas o “feijão com arroz”, assegurando o pagamento das contas? O que servirá posteriormente para um debate mais profundo nosso.

Sobre a qualidade do desenho, é a mesma também apresentada nos filmes da Illumination, não foge à regra, ou seja, muito boa, com traços gostosos aos nossos olhos. O destaque fica para a dublagem nacional, feita por ninguém menos que o ator Lázaro Ramos. Isso, aquele mesmo das novelas, filmes e séries globais.

Não fugindo da essência, a animação O Grinch – que não é capaz de roubar o natal – não faz jogar o seu tempo fora. É divertida, com um profundo recado a todos nós e um ótimo programa para a família. Certamente as crianças irão adorar.

Classificação: 

O Grinch está em cartaz nos cinemas!!!

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