O Reino do Superman (2019) | Crítica

Infelizmente os oitenta anos do maior símbolo de esperança nos quadrinhos da DC Comics, o Superman, não teve uma grande festa pela DC Films, possivelmente explicado pela instabilidade da divisão da Warner Bros. E para não passar tão em branco assim, o estúdio desenvolveu duas histórias, duas animações que remontam a capacidade inventiva, heróica e forte, do filho de Krypton.

Uma delas, pudemos acompanhar no ano passado, através do título “A Morte do Superman” [Veja a Crítica], e hoje, poderemos debater a sua sequência, a segunda parte, “O Reino do Superman”. E pra ser bem honesto, o primeiro título servirá sim de parâmetro para este último, o que de cara, evidencia um sentimento de decepção mesclado com profunda tristeza. Afinal, a adaptação “A Morte do Superman” fora muito bem retrata, ganhando novos e intensos contornos, trazendo uma humanidade sem precedentes a um dos heróis mais superpoderosos da “nona arte”, o que naquele momento nos fez refletir do porquê a DC Films tem animações melhores que os seus live – action.

O Reino do Superman” passou longe disso, apenas tornando-se um desenho animado comum, daqueles bons episódios da Liga da Justiça que podíamos acompanhar em casa, pela TV aberta, mas sem muitas pompas, ou profundidade. A nossa história, obviamente, se passa alguns meses após a trágica batalha entre nosso herói, contra ninguém menos que Doomsday. O Mundo precisa se acostumar a ausência de Ka-El. Os membros da Liga encontram-se perdidos, Lois, encontra-se perdida, entretanto, os vazios precisam ser preenchidos, e o Reino do Superman, será dividido entre quatro novos personagens: Superboy, Aço, Erradicador e um Superciborgue que afirma ser, o Superman, ou pelo menos, a consciência dele.

Os quatro possuem suas deficiências, suas limitações, bem como as suas qualidades. Dentre eles, destacamos o Superciborgue é o que mais se assemelha ao verdadeiro e falecido herói, mas será também dele que surgirá um grande mal [Como se pode acompanhar no trailer do filme].

A animação é repleta de easter egg’s, o que atrai o seu público, o que o chama para o seu lado, mas infelizmente, a história, o roteiro em si, é repleto de furos, e sem razoabilidade alguma, dessa vez, nem emocionou, nem se aprofundou e nem tratou o Superman como o herói que merecia. Apesar de não gostar de soltar spoilers em críticas, obviamente imagina-se que o Superman irá voltar nessa adaptação, mas a sua ressurreição não fora tão bem escrita assim, o que de cara, decepciona o seu público.

Sobre o desenho em si, sobre a sua parte técnica, “O Reino do Superman” continua ainda numa boa qualidade como as animações da Warner Group Animation, e da DC Comics os são. Se existe algo inegável no produto ofertado pela Warner, são as suas animações quando envolvem o selo DC.

Contudo, como bem avaliado acima, o roteiro não ajuda a salvar essa sequência. Que teve o seu lançamento mundial no dia 10 de Janeiro de 2019, completando o arco, de maneira precária, e nada ideal entre a morte, ressurreição e ascensão do Superman.

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