O Segredo: Ouse Sonhar (2020) | Crítica

Para quem serve a ajuda dos filmes que se auto intitulam de “autoajuda”? Será que o papel do cinema é realmente de ajudar e/ou mostrar o caminho que se deve ser seguido pelos telespectadores? O cinema realmente ajuda alguém a ter uma vida melhor?

O Segredo: Ouse Sonhar entra no panteão dos filmes de autoajuda da Netflix que servem mais de propaganda do que qualquer coisa. Baseado no livro que promete uma vida melhor por base de uma ideia de que os pensamentos são o verdadeiro motor da vida, temos uma história previsível com atuações até que carismáticas, mas bastante caricatas. Confira prévia:

O problema real do filme é a necessidade de fazer mistérios com arquétipos já usados em excesso por esse tipo de cinema que está mais preocupado em reações do que sensações. O que temos em mão é uma constante de coitos interrompidos para que o público se sinta curioso com o que realmente está acontecendo, mas abrindo brechas para que a verdade seja descoberta bem antes da grande revelação da trama.

Katie Holmes está no modo automático na sua personagem. Josh Lucas ora parece que está drogado e ora parece que está se curtindo mais que qualquer coisa. As crianças estão OK. O choque fica com Jerry O’Connell, que estava ‘sumido’, mas continua canastrão.

O filme vende que o pensamento é forte. Então vamos todos juntos pensar para que os filmes de autoajuda tenham um apelo artístico melhor.

Classificação:

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O filme O Segredo: Ouse Sonhar encontra-se na Netflix.

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