The Umbrella Academy – 1ª Temporada | Crítica

Baseada nos quadrinhos de Gerard Way (Vocalista da banda My Chemical Romance), ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá, The Umbrella Academy, série original da Netflix, surpreende positivamente ao nos trazer uma nova história que foge ao universo Marvel ou DC.

A série conta a história de garotos nascidos no mesmo dia, que fora o dia do aniversário têm em comum o fato de suas mães nem estarem grávidas antes do nascimento deles (bizarro, né?!). Então o bilionário Reginald Hargreeves (Colm Feore) decide adotar o máximo desses fenômenos, conseguindo adotar um total de 7 crianças.

As crianças acabam sendo “criadas” por esse pai, que acaba se mostrando bem ausente, principalmente em questões afetivas, tanto que nem nome ele dá aos meninos, chamando-os apenas por números de 1 a 7. Criando-os com o objetivo de serem heróis capazes de salvar o mundo, pois com exceção da Número 7 todos os outros desenvolvem habilidades especiais.

Número 1 (Luther/Spaceboy) – criado e treinado para ser o líder da equipe, Luther Hargreeves porta uma força fora do normal e foi o único dos irmãos a não abandonar o pai e a Umbrella Academy. Só se afastando à pedido do próprio pai, para uma missão na lua. Na série o irmão fortão é interpretado pelo britânico Tom Hopper (Dickon Tarly em Game of Thrones).

Número 2 (Diego/Kraken) – Diego, vivido pelo mexicano David Castañeda (Blindspot), pode ser considerado o mais esquentado e ágil dos irmãos e com uma mira impecável é muito habilidoso com facas

Número 3 (Allison/Rumor) – Interpretada por Emmy Raver-Lampman, a Número 3 tem como habilidade sussurrar rumores (na legenda da Netflix são boatos) e fazer com que quem os ouçam acredite naquilo e faça o que ela “sugeriu”.

Número 4 (Klaus/Séance) – Com o sinistro poder de ver e se comunicar com os mortos, Klaus tenta arranjar uma forma de inibir seu dom. Apesar do poder macabro o Número 4 é o mais próximo de um alívio cômico que temos na série. Quem vive o papel dessa personagem é o irlandês Robbie Sheehan.

Número 5 (O Garoto) – O Número 5 tem o dom de viajar no tempo e no começo da série está desaparecido, mas não seria nenhum spoiler dizer que ele volta a se juntar aos seus irmãos. Com uma atuação muito boa do jovem talento Aidan Gallagher  o Garoto é um dos pontos positivos da série.

Número 6 (Ben/Horror) – Ben, apesar de morto em alguma missão passada, conversa bastante com Klaus e aparece no seriado em flashbacks quando jovem. O poder de criar tentáculos sombrios o tornava, na minha opinião um dos mais poderosos da Umbrella. Apesar dos traços orientais o ator Justin H. Min é americano e é quem interpreta o Número 6.

Número 7 (Vanya) – Como já falei anteriormente essa é a irmã que não tem poder nenhum e que por conta disso sempre foi deixada de lado nas missões dos irmãos, e consequentemente deixada de lado de várias outras coisas também. Para piorar a situação dela com os irmãos ela, quando adulta, escreve um livro contando tudo que acontecia na Umbrella Academy, o que acaba afastando ainda mais os seus irmãos. A premiada atriz canadense Ellen Page (Juno) é quem dá vida a essa personagem.

A série começa quando os irmãos, que haviam se afastado, se reúnem novamente para o funeral de seu pai. Logo no primeiro episódio a série nos mostra o quão desunida e desestabilizada essa família se tornou. E quando o irmão Número 5, desaparecido há anos, reaparece com a consciência de um senhor de 60 anos, na pele de um garoto de 13, para tentar impedir que aconteça o que viu e vivenciou no futuro as coisas começam a ficar mais legais.

Atrás do Número 5 vêm também uma dupla de agentes, Hazel(Cameron Britton) e Cha Cha(Mary J. Blige), que tentarão a todo custo impedir que o garoto impeça o acontecimento e manter o fluxo temporal da forma como tem que ser (meio confuso isso, né?!).

A série possui 10 episódios e com exceção dos 3 últimos, que são um pouco menores, todos os outros estão na casa dos 50 minutos. Mas que, apesar de nem todos serem empolgantes, eu consegui assistir tranquilamente sem ficar entediado. Existem cenas maçantes que poderiam ser cortadas, mas nada que atrapalhe muito o fluxo da história. Na verdade tudo parece atrapalhar o fluxo da história principal, mas acho que o objetivo é esse… mostrar a desunião e a confusão que é a vida dos integrantes da Umbrella Academy.

 

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