Titãs – 1ª Temporada (2018) | Crítica

Ponta-pé inicial do serviço de streaming da DC…

Desde o dia 11 de janeiro a Netflix Brasil nos disponibilizou mais essa série Original, Titãs, produzida e já reproduzida pelo próprio canal de streaming da DC em dezembro do ano passado para os assinantes do serviço que ainda não está disponível no Brasil.

Com um primeiro episódio bem movimentado e com uma das melhores cenas de ação de toda a temporada (se não A melhor), onde temos um Dick Grayson (Brenton Thwaites), ainda com a fantasia de Robin massacrando violentamente (mais ao estilo do Asa Noturna, que do próprio Robin) uns caras maus e soltando um “F*da-se o Batman”, a série promete prender a atenção do espectador. Mas não é bem assim…

Titãs: Robin ou Asa Noturno?Veja mais

A trama gira, principalmente, em torno da jovem Rachel/Ravena (Teagan Croft) que ainda não tem controle de seu poder. Essas  trevas que ela possui, principalmente no início, dá um aspecto sombrio e até um pouco aterrorizante à série e juntamente com as cenas de violência justificam a classificação etária da série para maiores de 16 anos. Seguidores de seitas procuram a menina para que ela liberte esse poder, e é fugindo dos seguidores dessas seitas que ela conhece o policial Dick Grayson/Robin. Ambos criam uma afinidade rapidamente, talvez por passarem por desafios semelhantes de tentar combater essa escuridão interna.

Kory/Estelar (Anna Diop) e Garfield/Mutano (Ryan Potter) não demoram muito a aparecerem na série, mas demoram um pouco a serem inseridos na história em si, só a partir do 5º episódio que a equipe está realmente junta. Todos acabam se conectando por conta da Ravena, mas Estelar e Mutano acabam sendo meio que escanteados, o Mutano ainda mais, pois a Estelar ainda possui um mistério, buscando recuperar sua memória perdida. Enquanto que no episódio que seria para o Mutano brilhar mais, parece ter servido apenas para introduzir uma das outras séries da DC que está por vir que é a Patrulha do Destino (Veja o teaser/trailer) da qual o Mutano fazia parte antes de se juntar aos Titãs, na série.

Outros personagens que nos são apresentados e que têm uma participação relevante, mesmo que pareçam ter sido subutilizados, são Hank/Rapina (Alan Ritchson) e Dawn/Columba (Minka Kelly). O casal, inclusive, ganha um episódio só pra eles que conta sobre suas origens, porém o episódio pareceu ficar solto no meio da história principal e de certa forma acabou atrapalhando a narrativa (sabe quando acaba um episódio e você quer ver o próximo pra saber o que vai acontecer e esse próximo episódio vem com outra história e joga aquele balde de água fria na história?! É mais ou menos isso… Mas o episódio de Rapina e Columba é muito bom, só vem na hora errada, ao meu ver).

Rapina e Columba/Titãs/DC/Netflix – Reprodução

A série apela para os fãs, ao linkar sempre o Dick com o Batman. Mesmo que o Homem Morcego só faça uma pequena aparição no último episódio (como mostramos aqui), ele é muito citado durante a série e até o Jason Todd (Curran Walters) que é o seu novo Robin faz uma participação (bem legal inclusive). A Donna Troy/Moça-Maravilha (Conor Leslie) é outra personagem que, mesmo não fazendo parte do elenco principal, dá o ar da graça em alguns episódios.

Alguns flashbacks desnecessários esfriam muito nossas expectativas (como no caso do episódio citado anteriormente) e até a narrativa principal também parece se perder um pouco, em alguns momentos, tornando um pouco massante assistir à série (meu irmão, que assistiu a série comigo, chegou a dormir em alguns episódios, inclusive). Mas no geral, mesmo com esses momentos arrastados, eu aprovei a série. Corrigindo esses momentos e melhorando nos efeitos especiais (que alguns não achei que foram legais) a segunda temporada, que já está confirmada, deverá vir ainda melhor.

Classificação: 

Confere o trailer:

 

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