Venom (2018) | Crítica

Trazer as adaptações das HQ’s para as telonas não é um trabalho dos mais fáceis. Você precisa encontrar histórias palpáveis e possíveis para que possam ser transmitidas, exibidas nos cinemas. Não é nada incomum algum filme de super-herói traumatizar fãs, proporcionar um verdadeiro furor entre os seus seguidores, e isso ocorre naturalmente, afinal é impossível agradar a todos, vocês concordam??? Bom, ainda pautado sobre o livre arbítrio, você pode democraticamente concordar ou não, mas o filme do Aranhaverso Sony, Venom irá dividir a sua, a minha, a nossa opinião.

A nossa história começa em São Francisco/EUA, com o repórter investigativo Eddie Brock (Tom Hardy), que não mede esforços para entregar uma boa matéria para o seu público. Paralelamente, a empresa de tecnologia e fármacos, Vida sofre com erros durante uma viagem espacial fracassada, que leva a óbito todos os seus passageiros. Mas nem tudo fora perdido nessa missão, pois, a tripulação consegue trazer organismos alienígenas simbiônticos a Terra, o que será trabalhado durante todo o longa.

Por conseguinte, Brock recebe informações de possíveis experimentos fármacos feitos em humanos pelo mentor, e fundador da empresa Vida, Carlton Drake (Riz Ahmed) e passa a investigar tais ações, contudo, sofrerá consequências nas áreas profissional e pessoal, perdendo o emprego e a noiva, Anne Weying (Michelle Williams) respectivamente. No momento mais difícil de sua vida, Brock tem um contato “inesperado” com um desses organismos simbiônticos, o que vai moldar o filme.

Para falar de Venom, tive recorrer a inúmeras páginas de quadrinhos, internet e afins para tentar compreender a origem do anti – herói, do vilão no Universo Marvel, e confesso a vocês que em todos eles a presença do Homem Aranha era sine qua non, mas aqui, não veremos o herói. O que pode ter prejudicado a história em todos os sentidos. Percebe-se também que houve um descompasso entre os trechos de introdução, desenvolvimento e conclusão do longa, sem nenhuma harmonia entre os três setores de Venom, erros cometidos pelos roteiristas e equipe de produção do filme – Jeff Pinkner, Scott Rosenberg, Kelly Marcel e Will Beall – proporcionando um verdadeiro desestimulo meu como expectador ainda na Sala de Cinema.

Com as cenas já prejudicas pela péssima história, o diretor Ruben Fleischer também decepciona. Não extraindo o possível brilhantismo do protagonista, e sinceramente, até o elenco é outra decepção, do pseudo herói ao vilão tomado neste filme, e que se estende aos demais núcleos. Esqueçam Tom Hardy em filmes como Madmax e Dunkirk. Mas, nem tudo foi ruim, a água que eu comprei matou a minha sede. Ahh! A interação entre Brock e Venom foram os pontos altos, arrancando poucas risadas, mas não foram o suficiente para salvar Venom dele mesmo.

Quando você achava que Venom iria decolar numa cena, sofríamos um freio brusco noutras, repleto de altos, e muitos, muitos baixos. Foi uma decepção atrás da outra. Esse filme conseguiu ser pior que a minha decepção por Liga da Justiça (2017) da DC Films/Warner Bros., difícil será arranjar concorrência no mercado cinematográfico, o prêmio framboesa será apresentado de maneira antecipada.

Classificação: 

Venom encontra-se em Cartaz nas telonas!!!

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