Voltron: O Defensor do Universo | Crítica

“Apesar da ótima animação, perdeu-se tempo com coisas inúteis…”

E sim!?! Assistimos aos mais de setenta episódios, distribuídos irregularmente em oito temporadas para entregar a você, caro leitor, a nossa impressão sobre o anime, Voltron: O Defensor do Universo.

Essa animação não é nova, surgiu ainda na década de 80, pelas mãos da Megaprodutora de Animes, Toei Company, mas ganhou novos traços através da parceria: DreamWorks e o serviço de streaming mais popular no Brasil, Netflix. E sinceramente, as próximas palavras condizem com esta última, sem comparações.

Voltron, na realidade, é uma máquina de combate, utilizada na promoção da paz e no combate as injustiças. Mas, esse grande robô gigante está perdido, lançado aos mais longínquos lugares do universo em forma de cinco leões, a espera de cinco briosos paladinos na luta contra o Império Galra. Por exatos 10 mil anos, os Galras massacram, ocupam e destroem vidas, planetas e sistemas apenas pelo poder, só o poder. Liderados por Zarkon, os Galras agem sem piedade no cumprimento de suas missões. Mas isso poderá ser mudado, com a nova escolha dos Leões.

Pra ser sincero, o desenho é muito bom. Com uma proposta bastante legal, nos apresenta uma Galáxia não explorado em outros filmes e animações quando o tema é tratado. Raças alienígenas, formatos de planetas que desafiam as leis da física, seres incríveis, tudo isso torna animação única, quando comparado a outros do segmento, envoltos a grandes batalhas.

Mas, a mesma irregularidade, quanto a sua distribuição relatada no primeiro parágrafo ainda, acompanha toda a série. As quatro primeiras temporadas são perfeitas, profundas, mas do meio para o final, decisões equivocadas, capítulos desconexos, levaram a animação a uma confusa singularidade.

Ou seja, passou a impressão que “encheram linguiça demais” e o resultado não foi feliz, por essa falta de objetividade. Desde o desgaste dos personagens, a mudanças profundas em seus perfis. Não houve um trabalho contínuo e aprimorado em cada novo capitulo, mas perdeu-se tempo com coisas inúteis e desconexas. Sabe, sinceramente, perderam de entregar uma grande obra ao público. E pelos acontecimentos finais, me atrevo a dizer que Voltron: O Defensor do Universo poderá sucumbir ao esquecimento.

O que nos faz crer que o anime pode ter perdido uma ótima oportunidade frente ao público. É claro que Voltron: O Defensor do Universo nos trouxe ótimos debates ideológicos, e as escolhas por esses temas são importantíssimas, mas, o grande problema foi não cumpri-los dentro do arcos, apenas jogados. Como se houvesse algum medo nisso, e de fato, não há.

Classificação: 

As oito temporadas de Voltron: O Defensor do Universo estão disponíveis na Netflix.

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